Pastora trans vê na igreja um refúgio e leciona para combater o preconceito

Reportagem da TV Folha

 

“Deus é trans, Deus é travesti, Deus é lésbica, Deus é negro, Deus é índio.” A frase pode ser ouvida no púlpito de Alexya Salvador, professora da rede pública, costureira e pastora de uma igreja que abraça a diversidade, no centro de São Paulo.

Alexya  afirma que teve Deus no coração durante os 37 anos de sua vida. Nasceu numa família católica e foi identificada como do sexo masculino durante a infância e a adolescência. “Eu era o viadinho da turma, embora eu tivesse quase dois metros de altura. Apanhava de todo o mundo.”

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